Por Márcio Ikuno
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, não pode ver uma fagulha acesa que vai querer tacar lenha. Se Álvaro Uribe, presidente da Colômbia, soltar um pum e esse fazer um mínimo de barulho, Chávez vai declarar guerra.
Se o venezuelano quer tanto fazer guerra contra a Colômbia, então, que vá. As 7 bases americanas já estão bem posicionadas. Vá com suas AK47 e seus aviões MIGs. Eles terão uma surpresa em tanto quando alguns bombardeiros Stealth vierem do norte e lançarem umas biribinhas sobre a casa governamental da Venezuela. Não é defesa aos EUA não, é simplesmente óbvio. Hugo Chávez não aguentaria o suficiente para dar o mínimo de trabalho aos Estados Unidos e a Colômbia.
Qual é a intenção de Chávez para fazer tanto alarde? Por que incita tanto à guerra? A Venezuela sofrerá danos desproporcionais, tal como aconteceu nas Malvinas em 1982, quando houve o conflito entre a Argentina e o Reino Unido. Por acaso, se os EUA intervirem militarmente, a Rússia irá ajudá-los?
Sem contar que o presidente venezuelano tanto declara que os EUA querem atacar seu país, mas eu me pergunto, “qual o interesse dos Estados Unidos para executar uma ofensiva contra a Venezuela? Simplesmente porque seu presidente os odeia?”. É um pensamento um tanto primitivo se fosse assim. Mas existe uma compreensão recatada da parte das autoridades norte-americanas sobre essa questão, o que não encontramos na pessoa e no governo de Chávez.
Se as fronteiras dos dois países se romperem é certo que uma catástrofe ocorrerá. O Brasil será um dos primeiros a fazer parte do conflito, não no sentido militar (talvez), mas como responsável pelo continente. Será taxado de incompetente em todo mundo a estabelecer uma intervenção de crise, diplomática. Talvez o Lula apareceria com uma bola de futebol, dizendo: “Meus companheiros, não façam isso. Vamos resolver isso nos pênaltis”.
Por Sylvia de Sá (HSM)

Fumaças de fogos de artifício rodeiam a Brandenburg Gate, em Berlim, ao final da cerimônia oficial dos 20 anos da queda do Muro de Berlim, rememorando a reunificação da Alemanha. 09 de novembro de 2009 (Leon Neal/AFP/Getty Images)
Espectadores assistem a derrubada do dominó, que representa o antigo muro, construída na linha do Muro de Berlim, próximo a Brandenburg Gate, Berlim, Alemanha. 09 de novembro de 2009. (Carsten Koall/Getty Images).
Turista anda sobre a linha do ex-Muro de Berlim, no centro da cidade. 07 de Novembro de 2009. (Leon Neal/AFP/Getty images)
Em comemoração dos 20 anos da queda do Muro de Berlim, pessoas andam na frente de 10 painéis originais do muro, na Avenida Wilshire, em Los Angeles, Califórnia. 09 de novembro de 2009 (Mark Ralston/AFP/Getty Images)
Réplica do muro de Berlim na linha original onde se encontrava o muro, no centro de Berlim. 08 de novembro de 2009. (Leon Neal/AFP/Getty Images)
Lendo o editorial do jornal O Estado de S. Paulo, “A novela de Battisti”, deste domingo, 15, é notório o esculhambo que o veículo faz, tanto ao Supremo Tribunal Federal, quanto ao governo propriamente dito. E com razão.
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