16
Nov
09

Artigo – Marcha contra visita de iraniano

Protesto

Por JF Diorio/Agência Estado

Convocados por organizações
judaicas, centenas de manifestantes
protestaram ontem em São
Paulo contra a visita oficial do presidente
iraniano, Mahmoud Ahmadinejad,
ao Brasil – marcada para
o dia 23. Nenhum incidente grave
foi registrado no protesto.O ato
ocorreu na Praça dos Arcos, região
central da cidade. Radical
xiita, Ahmadinejad é conhecido
por sua insistência em desenvolver
o programa nuclear iraniano,
questionar a morte de milhões de
judeus na 2.ª Guerra e defender a
extinção de Israel.

Esse fato foi extraído do jornal O Estado de S. Paulo, desta segunda-feira, 16.
Só gostaria de fazer uma observação. Primeiramente, penso que o protesto pacífico e a manifestação popular são símbolos da democracia e liberdade de expressão. Contribuem para que o governo da nação tenha uma política mais sensível aos seus cidadãos. Politicamente falando isso é positivo. Em segundo lugar, só quero dizer que, receber o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, é um ato de pura e simples diplomacia. Não significa apoio ao seu programa nuclear ou ao anti-semitismo. o Brasil é um País extremamente diplomático e muito bem visto internacionalmente (tirando algumas tolices de representantes do governo). Por isso, não há necessidade de fazer alarde. A diplomacia é sempre sábia. Os que se dizem lutar contra guerra, mas se manifestam contra algo ou alguém, já está a criar um conflito e, contraditoriamente, promove a guerra.
Por Márcio Ikuno
16
Nov
09

Sustentabilidade – Água: economizar é importante

Por Agenda Sustentável (HSM)Agua
Muitas empresas se preocupam com a questão da gestão hídrica, mas não sabem como começar a mudança. Uma boa dica para começar é pensar globalmente e agir localmente.
As empresas têm nos procurado para perguntar o que fazer para consumir água de forma inteligente, segura e econômica. Por isso pensamos em alguns artigos que possam auxiliá-las na abordagem da gestão hídrica. Eles podem ser usados como primeiros passos em direção a um consumo sustentável do uso da água em sua empresa.
A visão geral
Menos de 3% da água do planeta é pura; grande parte disso não está acessível, pois faz parte de geleiras, calotas polares ou áreas subterrâneas. Adiminuição dessas reservas é um fator de destruição do meio ambiente e torna necessária a criação de projetos caros para recuperação das Continue lendo ‘Sustentabilidade – Água: economizar é importante’
16
Nov
09

Photo – Berlim

BrandenburgFumaças de fogos de artifício rodeiam a Brandenburg Gate, em Berlim, ao final da cerimônia oficial dos 20 anos da queda do Muro de Berlim, rememorando a reunificação da Alemanha. 09 de novembro de 2009 (Leon Neal/AFP/Getty Images)

16
Nov
09

Photo – Muro em dominó

Muro de Berlim DominoEspectadores assistem a derrubada do dominó, que representa o antigo muro, construída na linha do Muro de Berlim, próximo a Brandenburg Gate, Berlim, Alemanha. 09 de novembro de 2009. (Carsten Koall/Getty Images).

16
Nov
09

Photo – Atravessando o muro

Muro de BerlimTurista anda sobre a linha do ex-Muro de Berlim, no centro da cidade. 07 de Novembro de 2009. (Leon Neal/AFP/Getty images)

16
Nov
09

Photo – Muro de Berlim

Muro de BerlimEm comemoração dos 20 anos da queda do Muro de Berlim, pessoas andam na frente de 10 painéis originais do muro, na Avenida Wilshire, em Los Angeles, Califórnia. 09 de novembro de 2009 (Mark Ralston/AFP/Getty Images)

16
Nov
09

Photo – Réplica: muro de Berlim

Muro de BerlimRéplica do muro de Berlim na linha original onde se encontrava o muro, no centro de Berlim. 08 de novembro de 2009. (Leon Neal/AFP/Getty Images)

15
Nov
09

Artigo – Caso Battisti: orgulho nacional

Por Márcio Ikuno

Cesare_BattistiLendo o editorial do jornal O Estado de S. Paulo, “A novela de Battisti”, deste domingo, 15, é notório o esculhambo que o veículo faz, tanto ao Supremo Tribunal Federal, quanto ao governo propriamente dito. E com razão.

Não ouso, nem preciso, me prolongar neste discurso, pois é somente um desabafo, uma cólera contra as imprudências estúpidas e egocêntricas arraigadas no ser-humano. Portanto, inclui os seres do governo federal.

Se não houvesse orgulho, uma necessidade de pompa e a necessidade de apresentar a ascensão de alguns fatos positivos no Brasil, nosso governo não agiria como agora, tal como no caso de Cesare Battisti. Manter um criminoso político, que comprometeu vidas durante seus anos de vida, significa, segundo a tola “sabedoria” das autoridades, que a Itália “irá comer na mão do Brasil”. O que é uma mentira. A Itália nem sequer considera tal situação como algo extraordinário. Os do alto comando no Brasil fazem isso para mostrar seviço, por pompa. É uma grande estupidez.

Se houvesse humildade na apresentação da soberania do Brasil diante do continente e também diante do mundo, nosso País entregaria o criminoso de uma só vez, e nossa relação com a Itália, e também com outros países, estaria muito bem estável e proporcionaria até mesmo parcerias políticas, econômicas e acadêmicas entre ambos.

É simplesmente vergonhoso pensar num ser presidente (Lula) e seus comparsas (ministros) fazendo frente política com a Itália. Não há como mensurar, não há palavras que consigam descrever tamanha tolice governamental. Fazer frente política com dignidade com qualquer outro país envolve atividades econômicas e acadêmicas legais, que envolvam desenvolvimento em todas as áreas de uma nação, não sobre a discussão de um extremista de esquerda que veio refugiar-se no Brasil.

Que mandem esse fulano de volta, estabilizem uma relação diplomática e sábia com a Itália e resolvam os problemas que têm mais urgência em nosso próprio País.

Depois vêm dizer que somos uma democracia? A nação só não se levanta contra tais tipos de ações do Estado, primeiro, porque muitos não têm conhecimento, digo, educação apropriada e, segundo, porque o governo não investe nisso. Aí sim teríamos uma democracia em ascensão.

Quem sabe quem é o sujeito Battisti? Quem sabe o que ele fez? Por que está aqui? Nem o Lula deve saber.

Governo: bando de infortúnios.

11
Nov
09

Especial – Blackout: um dia depois de ontem

Blackout

Foto: AP

Por volta das 22:10, enquanto eu e mais dois amigos caminhávamos pelos corredores da faculdade para irmos embora, uma súbita escuridão tomou conta do local. Até houve um sentimento de “euforia”, “que legal”, mas logo a luz retornou. Era o gerador. Até o portão de entrada da instituição caminhamos normalmente, mas somente até o portão.

Os edifícios residenciais e empresariais na frente da faculdade estavam apagados, exceto os que possuem gerador; olhando para parte superior da rua Vergueiro, tudo estava apagado; para o lado inferior, apagado; Mc Donald’s, apagado; mais ao fundo é possível avistar  parte do edifício Altino Arantes, o antigo Banespa, portanto, o centro de São Paulo, apagado.

Nós, os três amigos, nos entreolhamos e resolvemos descer ao Metrô, não sabíamos que também havia parado. A escuridão só não era total por conta da luz proveniente do Hospital Santa Helena, devido ao seu duradouro gerador, e por causa das luzes dos carros na rua Vergueiro, que está sempre amontoada de veículos.

A cada minuto mais e mais jovens se aglomeravam em frente ao hospital, inclusive nós. Nunca naquela região se viu tantos jovens juntos, mesmo sendo um bairro cheio de instituições educacionais. O mais incrível era os brilhos dos celulares, os pontos indo pra lá e pra cá, brilhando por entre a escuridão, dando a impressão que estavam flutuando. A maioria estava com o celular na orelha, ou falando, ou tentando falar. Desconhecidos se tornaram conhecidos (eu particularmente conheci mais duas pessoas).

São Paulo estava ficando um caos. Por conta disso resolvi ligar para casa, em Diadema, e fui informado que também estava sem luz; logo em seguida liguei para um amigo que mora em São Bernardo do Campo, depois de muitas tentativas a cobrar, me informou também que estava sem luz; meu irmão que estava na região leste de São Paulo, também sem luz. Logo, o rádio nos informou que o Rio de Janeiro, Mato Grosso, Espírito Santo, entre outros Estados brasileiros estavam totalmente ou parcialmente sem luz. Até o Paraguai ficou sem luz!

Enquanto aguardávamos alguma solução, um primo de uma amiga veio fazer o “resgate”. Era 11:00 p.m.. Eles foram, eu fiquei. No entanto, uns 15 minutos mais tarde, meu primo também veio ao meu resgate. Da São Joaquim nos dirigimos até o bairro da Vila Carrão buscar meu irmão.

As avenidas, as lojas, residências, edifícios, tudo e todos estavam num breu.

Enfim, Diadema, tudo apagado.

Thank God porque não choveu e a noite estava agradável.

Um banho na água fria foi para refrescar o cérebro, depois de uma noite às escuras.

Hoje, segue meu relato: um dia depois de ontem.

Por Márcio Ikuno

11
Nov
09

Especial – Blackout: informações

Por Márcio Ikuno

Saiba o que são e onde estão localizados Furnas e Itaipu.

Itaipu: a Usina Hidroelétrica de Itaipu Binacional é uma usina hidroelétrica binacional construída pelo Brasil e pelo Paraguai no rio Paraná, no trecho de fronteira entre os dois países, 14 quilômetros ao norte da Ponte da Amizade. A área do projeto se estende desde Foz do Iguaçu, no Brasil, e Ciudad del Este, no Paraguai, ao sul, até Guaíra (Brasil) e Salto del Guairá (Paraguai), ao norte. A energia gerada por Itaipu e destinada ao Brasil é transmitida pela empresa Furnas Centrais Elétricas S.A.

Saiba mais. Clique aqui.

Acesse o site oficial. Clique aqui.

Furnas: FURNAS Centrais Elétricas S.A. é uma Subsidiária da Centrais Elétricas Brasileiras S.A. – Eletrobrás, vinculada ao Ministério de Minas e Energia, atuando no segmento de geração e transmissão de energia em alta e extra-alta tensão. Está sediada em Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro. É uma empresa estatal de capital misto, que atua na Região Sudeste, Região Sul, Centro-Oeste e Região Norte do Brasil. Está no setor elétrico desde 1957. FURNAS transporta 100% da energia elétrica produzida e destinada ao Brasil pela Usina Hidrelétrica de Itaipu – Itaipu Binacional – A maior usina Hidrelétrica em operação no mundo.

Saiba mais. Clique aqui.

Acesse o site oficial. Clique aqui.

Encontrei uma nota fornecidade pelo New York Times sobre o blackout que aconteceu aqui no Brasil. A nota é da Associated Press, disseminada nacional e internacionalmente, ou seja, não haverá novidades. Está em inglês, caso queira conferir:
http://www.nytimes.com/aponline/2009/11/10/world/AP-LT-Brazil-Blackouts.html?ref=americas




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